24 de set. de 2014

A Mauro o que é de Mauro

Semanas atrás, Mauro Cezar Pereira, do canal ESPN, antes do jogo Vitória x Fluminense declarou: "O Vitória, em qualquer lugar, é um time que dá pra ganhar. Acho que é o pior time do campeonato". A partir daí, o que se viu foi uma enxurrada de críticas direcionadas ao jornalista pela torcida rubro-negra. Diante da reação, Mauro usou de ironia e citou a tabela do Brasileirão para justificar os seus comentário. Os torcedores do Leão não aceitaram bem as palavras de Mauro, mesmo que o fato de o Vitória ser, àquela altura, o lanterna da competição mostrasse que o jornalista não estava de todo errado. De modo geral, era só olhar para a tabela para ver que a frase era um simples retrato da realidade. E é aí que mora o perigo. Reproduzir "um simples retrato da realidade", em alguns casos, não é o suficiente, ou, pelo menos, não deveria ser. Não deveria ser suficiente para um jornalista do maior canal esportivo do mundo reproduzir o óbvio, falar o que pode ser visto com uma rápida olhada na tabela do Campeonato. Isso deveria ser o papel do leigo, não de um jornalista da ESPN.

Mauro não falou nada de errado, mas foi raso o suficiente para ignorar alguns detalhes. Ele ignorou, por exemplo, que durante quase todo o primeiro turno o Vitória não pôde jogar no Barradão, local onde costuma ganhar a maioria dos seus pontos e onde voltaria a jogar no segundo turno - o que é um detalhe que apontava que o rendimento do time tenderia a melhorar (o jogo contra o Flu, que motivou o comentário de Mauro, seria nesse mesmo Barradão, onde o time havia vencido o Internacional, um time que se encontrava na parte alta da tabela).

Mauro, também, ignorou que muitos dos principais jogadores do clube não jogaram a maior parte do primeiro turno. Juan e, principalmente, Escudero foram as faltas mais sentidas, no meio de muitas outras, e tinham voltas previstas para atuarem na metade final do Brasileirão. Mais um indício de que o time tinha potencial para uma reação. Muitas outras peças foram contratadas ao longo da competição e estavam começando a entrar em forma com chances de aumentar em muito o nível técnico do time. Eu citaria Gatito Fernandez e Richarlyson como os principais.

O que falar do fato de Mauro não levar em consideração a volta de Ney Franco? O técnico já tinha dado provas, no próprio Vitória, de que tinha mais capacidade que seu antecessor, Jorginho.

Foi um erro, também, não levar em conta o bolo que está o Z4 esse ano. Nenhum dos times ameaçados podem ser considerados "galinhas mortas", como foram os lanternas em anos anteriores.

Indícios não faltavam de que o jogo do Vitória contra o tricolor carioca (que por méritos estritamente futebolísticos deveria estar na serie B), no Barradão, não deveria ser encarado  como um jogo fácil para o Fluminense. Eu poderia ficar aqui elencando várias outras informações que permitissem uma análise mais segura do que a simples olhada na tabela. De um jornalista competente, se espera que esse tipo de informação ajude na formatação de suas opiniões e comentários. E falo isso não só a respeito do Vitória, logicamente, mas de todos os 20 times do Campeonato. Caso contrário, quem está sendo pago, e muito bem, para ir além do óbvio, estará simplesmente falando o que qualquer leigo pode inferir com uma simples e rápida consulta à tabela da Competição. O que não chega a ser errado, mas é pouco, muito pouco.

Então, acho que devemos dar a Mauro o que é de Mauro: o direito de ser um jornalista medíocre, assim como tantos outros, que, mesmo sendo muito bem pagos para trabalharem em canais nacionais, só são capazes de se manter minimamente bem informados sobre os times do Rio e de São Paulo (e um pouquinho, a contragosto, dos clubes gaúchos e mineiros).

P.S.: Eu queria ter escrito esse texto assim que vi a declaração de Mauro, mas como não trabalho escrevendo e opinando sobre futebol, acabei só conseguindo escrever agora. O Vitória, hoje, não é mais o lanterna da competição, mas pode voltar a ser. O futebol é muito dinâmico, e esse ano, em especial, a disputa na parte de baixo da tabela está incrivelmente equilibrada. Porém, mesmo que isso aconteça e o clube seja rebaixado, nada vai mudar a realidade: os torcedores esperam, ou deveriam esperar, das pessoas da mídia mais do que o óbvio.

7 de jul. de 2014

Eu e a Copa

Lembro tão bem de quando eu tinha dez anos de idade. Foi nessa época que eu ouvir falar pela primeira vez sobre alguns países. Tive contato com as bandeiras, localizações geográfica e dados culturais de nações como Camarões, Costa Rica e Emirados Árabes Unidos, por exemplo. Desde então, meu interesse por esse tipo de conhecimento só fez crescer e me acompanha até hoje (não por acaso me tornei geógrafo, não por acaso meu programa televisivo favorito é o Não Conta Lá em Casa).

Isso tudo aconteceu por causa de uma competição esportiva. Completei minha primeira década de vida em 1990, ano em que foi realizada, na Itália, a décima quarta edição da Copa do Mundo, e os países citados no parágrafo anterior estavam lá. Foi a primeira vez em que eu acompanhei de fato a competição, lembro-me de cada detalhe. E lembro, ainda mais perfeitamente, que, desde aquele tempo, eu entendi que uma Copa vai muito além das coisas que acontecem dentro das quatro linhas. E olhe que dentro dos gramados coisas extraordinárias acontecem, de quatro e quatro anos, quando os maiores atletas do mundo se reúnem pra a competição mais importante de suas vidas. Tenho certeza que jamais me esquecerei dos feitos de Totò Schillaci, Walter Zenga e Roger Milla, em 90.

É durante a Copa que a imprensa mais produz matérias a respeito de outros países. É certo que foi durante alguma das participações da Croácia em Copas, que muitos conheceram as belezas daquele país e souberam que ele, tempos atrás, era parte integrante da Iugoslávia. Em 2010, aposto que muitos ficaram sabendo o quanto a Coreia do Norte é uma nação altamente fechada para o mundo exterior. Esse ano, deve ter sido grande o número de pessoas que descobriu que o persa é a língua oficial do Irã, tão grande quanto o número dos que tiveram contato pela primeira vez com o “pura vida” da Costa Rica.

Mesmo em tempos em que a globalização é palavra da moda, é difícil imaginar outros eventos que sejam capazes de provocar tamanha interação entre povos (e uma interação tão positiva, diga-se de passagem). A maioria da nações ainda vive de forma muito isolada entre si. E a Copa ajuda a promover a integração de forma bastante eficiente e positiva. Quantas pessoas foram pela primeira vez ao continente africano na Copa da África do Sul? Em que outra oportunidade um soteropolitano poderia ver a alegre interação entre bósnios e iranianos? Provavelmente, só os Jogos Olímpicos conseguem feito parecido.

Se fora de campo a Copa é fantástica, para os apaixonados por futebol, como eu, dentro de campo, também, é maravilhoso acompanhar uma competição em que praticamente 100% dos jogos são jogos históricos, e isso não é simplesmente modo de falar. Com o passar do tempo, cada um dos jogos assume papel histórico para as gerações de atletas e torcedores de cada um dos países que tem a sorte e a competência de participar da festa. Sejam vitória, empates ou derrotas, cada confronto ajuda a contar parte significativa da história do futebol. Ter a oportunidade de ver os maiores craques juntos fazendo todo o sacrifício pelos seus países é sempre um momento mágico.

Fato é que, desde criança, eu adoro Copa do Mundo e falar isso para as pessoas nunca me gerou nenhum tipo de problema ou desconforto. Até o dia em que passamos a acompanhar a Copa ser organizada em nosso próprio país. Ai a coisa mudou. Nos últimos meses se tornou normal que algumas pessoas tentassem constranger aqueles que demonstrassem entusiasmo com a realização do mundial. O auge desse movimento foi o tal do #nãovaitercopa. Eu, particularmente, tive trabalho para convencer alguns conhecidos de que era, sim, possível separar a maravilha que é receber uma Copa dos abusos e erros de governos e dirigentes.

No final das contas, fiquei feliz ao ver a maior parte do país entrar no clima, mesmo que com certo atraso. Fiquei feliz ao perceber que muita gente passou a entender que o fato de acompanhar e apoiar esse evento esportivo, não os torna um apoiador ou cúmplice de dirigentes corruptos. Eu entenderia perfeitamente se a maioria dos brasileiros fosse contra a realização do evento, quando da candidatura do Brasil a país sede, embora eu definitivamente fosse a favor desde o início, essa é a beleza da democracia. Mas tentar avacalhar o evento depois de confirmado, seria uma atitude altamente calhorda, egoísta e prepotente. Sorte nossa que o #nãovaitercopa acabou virando apenas uma piada de brasileiro.

Poderia listar aqui acontecimentos mágicos que essa Copa já produziu, mesmo antes de chegar às semifinais, mas sei que é desnecessário. Tenho certeza que qualquer pessoa como mínimo de sensibilidade já se emocionou com algum momento produzido por jogadores e torcedores desde que a copa começou no início do mês passado.

Pois é, muito cedo eu percebi que o mundial de futebol é um dos momentos em que a humanidade consegue mostrar o seu lado mais positivo. Desde aquele, hoje distante, ano de 1990 eu sonhava em ver uma Copa do Mundo de perto, mas as circunstâncias de minha vida fizeram com que o primeiro Mundial que eu pudesse vivenciar in loco acontecesse justamente em meu país, em minha cidade, em minha casa. No final fico satisfeito de pensar que em nenhum momento eu deixei as coisas ficarem confusas em minha cabeça e aproveitei cada instante desse evento sensacional. Rússia, em 2018, tô ai!!!

11 de mar. de 2014

A promiscuidade da imprensa baiana II

Ano passado escrevi um texto em que expus uma situação que deixava claro o nível de promiscuidade da imprensa baiana. Aqui o Link. Naquela ocasião, o que mais me chamou a atenção foi a resposta que obtive do “jornalista” envolvido na história. Após ler meu texto, ele se mostrou absolutamente surpreso com o fato de eu o acusar de antiético. Para ele, aquela situação era totalmente “normal”.  Ele acredita que o fato de ser corriqueira a promiscuidade da ação jornalística na imprensa esportiva baiana é suficiente para que ele fosse absolvido. Mas se algo está impregnado em determinado grupo social isso não o torna automaticamente moral. Se, por exemplo, em determinado grupo for habitual que seus membros roubem uns aos outros, isso não torna o roubo algo correto.

Pois bem, hoje me vi diante de mais uma situação parecida. Essa semana o Bahia divulgou um lista em que detalhava valores gastos com pessoas de fora do clube. Dentre eles surgiu um gasto de aproximadamente R$ 45.000,00 identificados pelo nome do “jornalista” Jailson Baraúna. Como, a principio, a lista não descreve a que se referem exatamente esses gastos, não há que se condenar os envolvidos sem que antes eles tenham direito de justificar o recebimento desses valores.

Dessa forma, hoje li a tentativa de justificativa do Baraúna. Ela alega que os valores são referentes ao pagamento de espaços publicitários utilizados pelo clube no seu programa de rádio. Assim, ele acredita estar totalmente amparado. Ele não parece não conseguir enxergar nenhum conflito ético. Mas eu não consigo imaginar como é possível manter a credibilidade, a busca da imparcialidade e o distanciamento, tão necessários ao bom exercício jornalístico, se o profissional de imprensa recebe diretamente pagamento de quem é objeto do seu trabalho. Com que autonomia um jornalista pode trabalhar, se parte de seus rendimentos é pago por um clube de futebol que é o ponto focal de seu trabalho? Com que distanciamento será possível fazer críticas a esse clube, sabendo que mensalmente irá receber valores desse mesmo clube? É estranho, também, que esse valor seja descrito nas planilhas nominalmente ao Baraúna. Não faria mais sentido se esse valor estivesse simplesmente associado nas planilhas do clube à gasto com publicidade?

Nesse caso, a coisa é ainda mais bizarra, pois como é praxe nos programas esportivos de rádios baianas, o espaço publicitário é pago diretamente à equipe esportiva. Ou seja, nesse caso, ele não é um funcionário que recebe um salário de um veiculo que por sua vez recebe os valores de publicidade. No caso em questão, os jornalistas são “donos” do espaço de publicitário por isso recebem diretamente esses valores.

Assim, mais uma vez fico triste em ver o nível rasteiro em que se encontra nossa imprensa. Esse “jornalista” acha que por ser comum, esse procedimento é correto. E eu não tenho medo algum em afirmar: isso não é correto. Isso é extremamente errado, do ponto de vista da ética, sobretudo da ética jornalística, que deve ser regida pelo principio básico da credibilidade, que deve ser assegurada pela autonomia. 

O mais triste é perceber, mais uma vez, que esse não é um fato isolado. E isso faz com que parte da imprensa seja incapaz de simplesmente entender o buraco em que estão metidos e os poucos que conseguem perceber essa dimensão não tem coragem ou interesse em expor a situação. E tenho certeza que logo aparecerão outros envolvidos nessa lista do Bahia dando desculpas parecidas, como se fosse possível manter a independência recebendo passagens, hospedagens, alimentação, verba publicitária...Triste Bahia.

Atualização: Ao contrário do que disse Baraúna, segundo lista que circula em outros blogs, o valor referente a esse jornalista inclui o pagamento de 73 passagens aéreas, que totalizam quase  R$ 40.000,00.

21 de mai. de 2013

Listinha

Muito tem se falado sobre a necessidade de o Vitória se reforçar para a disputa do Campeonato Brasileiro. É quase uma unanimidade que o time precisa de um zagueiro experiente, um lateral esquerdo e de um centroavante. Além dessas carências, Caio Junior já afirmou que o clube pretende contratar mais um meia para ser a sombra do Renato Cajá. Diante dessas carências eu fiz uma listinha de possíveis reforços. Logicamente, eu não tenho noção dos detalhes dos contratos desses jogadores com seus clubes, nem do nível salarial de cada um deles, para ter noção se eles são realmente viáveis para o Vitória. Mas de qualquer maneira, acho que dá pra ter uma ideia de algumas peças disponíveis no mercado.

Obs 01: Em azul coloquei os meus favoritos.
Obs 02: Como já temos três estrangeiros no elenco e esse é o número máximo permitido por partida, só coloquei atletas brasileiros nessa lista.
Posição
Nome
Idade
Clube
Atacante
Liedson
35
Porto
Atacante
Neto Baiano
30
Goiás
Atacante
Kléber
29
Grêmio
Atacante
Rafael Moura
29
Internacional
Atacante
Ricardo Oliveira
33
Al-Jazira
Atacante
Grafite
34
Al-Ahli
Atacante
Alan Kardec
24
Benfica
Atacante
Amauri
32
Parma
Lat Esquerdo
Fábio Aurélio
33
Grêmio
Lat Esquerdo
Kléber
33
Internacional
Lat Esquerdo
Cortês
26
São Paulo
Meia
Morais
28
Atlético - MG
Meia
Rodrigo Tabata
32
Al-Rayyan
Meia
Mattheus
18
Flamengo
Meia
Caio
32
Goias
Meia
Leandro Domingues
29
Kashima Reys
Meia
Marquinhos
31
Avaí
Zagueiro
Antônio Carlos
29
Botafogo
Zagueiro
Chicão
31
Corinthians
Zagueiro
Alex Silva
28
Flamengo
Zagueiro
Durval
32
Santos
Zagueiro
Rodolfo
30
Vasco
Zagueiro
Anderson Martins
25
Al-Jaish
Zagueiro
Jardel
28
Benfica


28 de fev. de 2013

A promiscuidade da imprensa baiana

Já escrevi nesse blog inúmeras vezes sobre o baixíssimo nível da imprensa esportiva na Bahia. Nos últimos anos tenho até nutrido certa esperança de ver o cenário mudar. Uma nova geração de jornalista mais bem informada e preparada está chegando ao mercado e mudando um pouco o perfil da coisa. A situação, porém, ainda está muito longe do ideal. Essa semana, um pequeno fato serviu para mais uma vez escancarar o quanto, além de tosca, nossa imprensa pode ser promiscua e\ou corrupta.

Esses dias, acompanhando o noticiário esportivo, eu soube do interesse do Vitória na contratação de um zagueiro brasileiro, conhecido com Kanu, que está atuando no Standard Liège da Bélgica. Descobri que o cara é baiano de Salvador e que está querendo voltar a sua terra, de preferência atuando no rubro negro.

Pois bem, diante do interesse do clube baiano, a imprensa local passou a divulgar algumas noticias sobre o atual momento dele no clube belga. A maior parte das informações dá conta de que o atleta passa por excelente momento em terras europeias.

Em uma dessas matérias, o site Bahia Notícias informa que Kanu foi eleito o melhor jogador em campo no último domingo, na partida entre Standard e Genk. A matéria, porém, não divulgou a fonte dessa eleição. Depois de ler a matéria eu fiquei curioso e fui procurar saber quem tinha escolhido ele como “O Cara do jogo”. Na minha pesquisa não achei nada sobre tal eleição. Por outro lado descobri que dos últimos três jogos o cara só jogou um, e saiu de campo com uma pequena lesão. No site da Liga Belga, há realmente um quadro sobre o melhor da partida, que no caso em questão não foi ele.

Até ai nada tão extraordinário assim. Mas resolvi continuar tentando achar a tal fonte, não encontrei, mas soube de uma coisa que muito me surpreendeu. O autor da matéria do site Bahia Notícias é assessor de imprensa do jogador. Essa realmente é uma relação muito doida. A falta de fonte me permite, inclusive, desconfiar que quem o elegeu como o melhor em campo, em Liège, pode ter sido o próprio assessor, direto de Salvador.

É possível, que o tal do Kanu seja um ótimo zagueiro, que realmente esteja passando por grande fase, que tenha sido escolhido melhor em campo e que eu simplesmente não tenha encontrado a fonte. Isso, porém, não diminui em nada o absurdo que é um assessor utilizar de um veículo de imprensa para promover seu assessorado. Pena é que esse provavelmente não é um caso isolado, nem exclusivo da mídia baiana.  É só o reflexo dos valores dominantes em nossa imprensa e na nossa sociedade como um todo.


PS, eu não sou jornalista. Esse blog é pessoal. Mas ainda assim o espaço está aberto para os envolvidos tentarem esclarecer a situação ou corrigir alguma informação.

21 de fev. de 2013

Minha Monografia - "O Impacto do Estádio de Manoel Barradas na Produção do Espaço Urbano."


No final do ano passado me graduei em Geografia pela Universidade Federal da Bahia e meu Trabalho de Conclusão de Curso foi sobre o Estádio Manoel Barradas, O Barradão. Agora resolvi disponibilizar esse trabalho aqui no blog, uma vez que percebi a carência de estudos e informações a respeito do tema "Os Estádios de Futebol" no brasil. A base da minha pesquisa foram os estudos da Geografia Urbana, em uma tentativa de entender como o estádio interfere da dinâmica do seu entorno e, por outro lado, como a localização exerce influência na funcionalidade do Barradão.
Para quem se interessar em ler a monografia alerto que o texto não tem pretensão de trazer ideias definitivas sobre o tema, que se revelou tão amplo. Após a conclusão senti uma certa frustração por perceber a quantidade de dados, análises e informações que ficaram de fora ou não foram devidamente aprofundados. Mesmo assim, acredito que, por se tratar de uma área tão pouco estudada, essa monografia pode contribuir de alguma forma a quem se interessar em se aproximar dos estudos da relação dos estádio de futebol com as cidades.

Para os interessados é só baixar os arquivos nos links abaixo.

No link dos apêndices estão os mapas produzidos na monografia.

4 de jul. de 2012

Porque eu não gosto do Corinthians

Acho que por gostar muito de futebol eu acabei criando simpatia por quase todos os clubes brasileiros. Existem, porém, alguma poucas exceções: Bahia (por motivos óbvios), Atlético Mineiro e Náutico (por serem times patéticos),Vasco (minha antipatia vem diminuindo desde que Dinamite assumiu o Vasco. A ponto de eu ter torcido pra eles na final da Copa do Brasil, contra o Coritiba) e Corinthians.

Sobre o Corinthians, vou aproveitar a semana de final de Libertadores, pra explicar o motivo do meu "não gostar". Acho que passei a torcer o nariz pro Corinthians apenas nos últimos anos, quando comecei a visitar frequentemente o Estado de São Paulo. O contato direto com esse "bando" gerou todo o meu "não gostar".

O que me faz "não gostar" desse time é algo parecido com o que acontece com o Flamengo, mas minha simpatia juvenil pelo rubro-negro carioca me faz ser mais paciente com ele. Para essas pessoas, todos o milhares de títulos que o Conrinthians perdeu em sua história foram resultado exclusivo de suas incompetências. Os Corithianos jamais conseguem enxergar os méritos alheios. Se hoje o Boca sair campeão do Pacaembu, eu aposto que milhares de teorias tentarão explicar a "perda" do título, e aposto, também, que nenhuma dessas teorias será a que simplesmente reconheça a qualidade do Boca. Para essa turma, qualquer campeonato é deles contra eles mesmos, na cabeça dele é só eles fazerem o "certo" que a conquista está garantida. Como se não existissem adversários com os mesmos objetivos que eles.

É como se fosse uma doença mental coletiva. Um especie de "Síndrome de José Mourinho", onde todos se sentissem "The Special Ones". Curioso é perceber que eles próprios, em um dos poucos momentos de lucides, reconheceram a patologia ao cantarem a plenos pulmões que são "Um Bando de Loucos"

Acho que esse tipo de pensamento já seria sem noção partindo de qualquer torcida. Porém, o mais irritante é ver isso partindo de um clube que, só pra comparar com os rivais de São Paulo, tem menos conquistas representativas que os outros três maiores times do Estado.

Não se pode, porém, falar que o "Todo Poderoso Timão" não tem nada de especial. Ele tem sim. Ele representa a segunda maior torcida do país e a maior do Estado mais rico do Brasil. E isso não é pouca coisa. Porém é só isso que o Corinthians tem a mais que os outros, isso atrelado a enorme visibilidade proporcionada por esse fato, mas é só isso mesmo. Qualquer coisa além disso é mera "loucura".

PS, Acho que a TV Band, que bem que poderia se chamar TV Timão, ligada em todos os restaurantes na hora do almoço em São Paulo, com Neto e Datena, falando quase só do Corinthians, ajudou a construir minha falta de paciência com esse time.

19 de nov. de 2011

Até o próximo sábado...

Vou ser breve. O Vitória hoje pagou um mico histórico. Perdeu um jogo que vencia até os 43' e que teve chances de matar por diversas vezes ao longo dos noventa minutos. Ficaria com a classificação na mão, caso agüentasse o resultado mais alguns minutinhos. Não conseguiu. Ponto. Porém, o mesmo campeonato que colocou o Sport de novo na briga, ainda nos reserva possibilidades de voltar à elite. Para isso o time precisa vencer o ASA e torcer por dois tropeços; de Sport e Bragantino. Ou seja, muito pouco provável, mas não impossível. Eu que acreditei desde o início, continuarei acreditando até o fim. Se não rolar, me lamentarei depois do sábado. Até lá, ainda boto fé (mesmo que um pouco abalada). BJ, tchau!

21 de ago. de 2011

Tá difícil

Já escrevi aqui, em um post anterior, que acredito que o Vitória tem tudo pra subir esse ano. A realidade, porém, tem feito questão de se mostrar muito mais sombria que as minhas expectativas. Esse negócio de trocar de técnico no meio da competição é um perigo. Ontem o Vitória vencia o jogo contra o São Caetano por 2X1 e faltando 2 minutos pra acabar o jogo meu irmão me perguntou, como está o jogo? Eu respondi que deveria estar tranqüilo, mas não estava. E no final veio o castigo, 2X2. O time é muito, muito, muito desorganizado. Acho que até no baba que freqüento os times conseguem se organizar um pouquinho mais, pra cada jogador saber onde ficar e o que fazer. E o pior é que nem dá pra culpar o técnico porque a final de contas o cara acabou de chegar. Tempo ainda dá, faltam 20 jogos e estamos a 4 pontos do G4. Resta saber se essa cambada vai conseguir virar um time.

1 de ago. de 2011

Melhores Elencos

Já se foi o tempo em que nas fotos dos times campeões brasileiros só apareciam os 11 titulares. Depois da consolidação da formula dos pontos corridos no Brasileirão, uma das frases mais ouvidas a respeito da competição é que para vence-la é necessário ter mais do que um time, é preciso ter elenco. Diante dessa afirmação, eu resolvi fazer uma “raio-x” dos 20 elencos da primeira divisão. Separei o elenco de cada clube em dois times; o titular e o reserva, e dei notas de 0 a 10 para cada um. Assim pude vislumbrar qual a melhor equipe, qual o melhor banco e qual o melhor elenco, que seria a soma das notas dos times titulares e reservas. No fim do Campeonato vamos ver se as colocações de cada clube coincidem com a qualidade dos elencos. Em uma análise rápidas duas coisas me chamaram atenção; o Atlético Paranaense não é time pra ser rebaixado e o elenco do Grêmio não está à altura da grandeza do clube.O Raking ficou assim:

Melhores Elencos:

1-Corinthians: Time Titular (8,5) + Time Reserva (7,0) = Elenco (15,5)
Fluminense: Time Titular (8,0) + Time Reserva (7,5) = Elenco (15,5)
3-Flamengo: Time Titular (8,5) + Time Reserva (6,5) = Elenco (15,0)
Santos: Time Titular (9,0) + Time Reserva (6,0) = Elenco (15,0)
5-São Paulo: Time Titular (8,0) + Time Reserva (6,5) = Elenco (14,5)
Internacional: Time Titular (8,0) + Time Reserva (6,5) = Elenco (14,5)
7-Atlético - MG: Time Titular (7,5) + Time Reserva (6,5) = Elenco (14,0)
8-Vasco: Time Titular (7,5) + Time Reserva (6,0) = Elenco (13,5)
9-Cruzeiro: Time Titular (7,5) + Time Reserva (5,5) = Elenco (13,0)
10-Atlético - PR: Time Titular (6,5) + Time Reserva (5,5) = Elenco (12,0)
11-Bahia: Time Titular (6,5) + Time Reserva (5,0) = Elenco (11,5)
Botafogo: Time Titular (6,5) + Time Reserva (5,0) = Elenco (11,5)
Palmeiras: Time Titular (7,5) + Time Reserva (4,0) = Elenco (11,5)
14-Grêmio: Time Titular (6,5) + Time Reserva (4,5) = Elenco (11,0)
15-Coritiba: Time Titular (6,0) + Time Reserva (4,0) = Elenco (10,0)
16-Ceará: Time Titular (5,5) + Time Reserva (4,0) = Elenco (9,5)
17-Avaí: Time Titular (5,0) + Time Reserva (3,5) = Elenco (8,5)
18-Figueirense: Time Titular (5,0) + Time Reserva (3,0) = Elenco (8,0)
Atlético - GO: Time Titular (5,0) + Time Reserva (3,0) = Elenco (8,0)
20-América - MG: Time Titular (4,0) + Time Reserva (2,0) = Elenco (6,0)

Melhores Times Titulares:

1- Santos: (9,0)
2- Flamengo: (8,5) e Corinthians: (8,5)
4- Fluminense: (8,0), São Paulo: (8,0) e Internacional: (8,0)
7- Atlético - MG: (7,5), Vasco: (7,5), Cruzeiro: (7,5) e Palmeiras: (7,5)
11-Bahia: (6,5), Botafogo: (6,5), Atlético - PR: (6,5) e Grêmio: (6,5)
15-Coritiba: (6,0)
16-Ceará: (5,5)
17-Avaí: (5,0) , Figueirense: (5,0) e Atlético - GO: (5,0)
20-América - MG: (4,0)

Melhores Times Reservas:

1- Fluminense: (7,5)
2- Corinthians: (7,0)
3-Flamengo: (6,5), São Paulo: (6,5), Internacional: (6,5) e Atlético - MG: (6,5)
7- Santos: (6,0) e Vasco: (6,0)
9-Cruzeiro: (5,5) e Atlético - PR: (5,5)
11-Bahia: (5,0) e Botafogo: (5,0)
13- Grêmio: (4,5)
14-Coritiba: (4,0), Palmeiras: (4,0) e Ceará: (4,0)
17-Avaí: (3,5)
18-Figueirense: (3,0) e Atlético - GO: (3,0)
20-América - MG: (2,0)

Os Elencos:

1-Corinthians: Time Titular (8,5) + Time Reserva (7,0) = Elenco (15,5)

Júlio César,Alessandro, Chicão, Leandro Castan, Ramon, Paulinho, Ralf, Alex, Danilo, Liedson e Adriano

Renan, Welder,Wallace, Paulo André, Fábio Santos, Moradei, Bruno Otavio, Ramirez, Morais, Emerson e Jorge Henrique + Willian (Atacante)

2-Fluminense: Time Titular (8,0) + Time Reserva (7,5) = Elenco (15,5)

Diego Cavalieri, Mariano, Gum, Leandro Euzébio, Carlinhos, Edinho, Diguinho, Deco, Souza, Rafael Sóbis e Fred

Ricardo Berna, Marquinhos, Márcio Rozário, André Luiz, Julio César, Valencia, Fernando Bob, Martinuccio, Araújo, Ciro, Rafael Moura + Lanzini (Ex River Plate)

3-Flamengo: Time Titular (8,5) + Time Reserva (6,5) = Elenco (15,0)

Felipe, Leonardo Mora, Alex Silva, Welinton, Junior César, Airton, Willians, Renato, Thiago Neves, Ronaldinho Gaúcho e Deivid

Paulo Victor, Galhardo, David Braz, Ronaldo Angelim, Rodrigo Alvin, Maldonado, Fernando, Bottinelli, Fierro, Jael e Diego Mauricio + Negueba

4-Santos: Time Titular (9,0) + Time Reserva (6,0) = Elenco (15,0)

Rafael, Danilo, Edu Dracena, Durval, Leo, Arouca, Ibson, Eleno, Ganso, Neymar e Broges

Aranha, Pará, Bruno Aguiar, Bruno Rodrigo, Wesley Santos, Adriano, Henrique, Possebon, Diogo, Keirrison e Alan Kardec

5-São Paulo: Time Titular (8,0) + Time Reserva (6,5) = Elenco (14,5)

Rogério Ceni, Piris, Rhodolfo, Xandão, Juan, Denislon, Casemiro, Rivaldo, Lucas, Dagoberto e Luis Fabiano

Denis, Jean, Luiz Eduardo, Bruno Uvini, Henrique, Carlinhos Paraíba, Marlos, Cícero, Cañete, Fernandinho e Willian José

6-Internacional: Time Titular (8,0) + Time Reserva (6,5) = Elenco (14,5)

Muriel, Nei, Bolívar, Índio, Kleber, Bolatti, Giñazu, Tinga, D’Alessandro, Zé Roberto e Leandro Damião

Renan, Ilsinho, Sorondo, Rodrigo, Frabricio, Sandro Silva, Wilson Matias, Oscar, Andrezinho, Gilberto e Jô + Lauro (Goleiro)

7-Atlético - MG: Time Titular (7,5) + Time Reserva (6,5) = Elenco (14,0)

Giovanni, Patric, Réver, Leonardo Silva, Leandrinho, Serginho, Richarlyson, Daniel Carvalho, Giovanni Augusto, Guilherme e André (Ex Santos)

Renan Ribeiro, Roger, Werley, Lima, Guilherme Santos, Toró, Dudu Cearense, Caio (Ex Avaí), Mancine ( Ex Inter de Milão), Neto Berola e Magno Alves + Lee (Ex Vitória), Renan Oliveira

8-Vasco: Time Titular (7,5) + Time Reserva (6,0) = Elenco (13,5)

Fernando Prass, Fagner, Dedé, Anderson Martins, Marcio Careca, Nilton, Eduardo Costa, Juninho, Diego Souza, Eder Luiz e Alecsandro

Alessandro, Irrazábal, Fernando, Victor Ramos, Julinho, Jumar, Felipe Batos, Felipe, Bernardo, Leandro e Elton

9-Cruzeiro: Time Titular (7,5) + Time Reserva (5,5) = Elenco (13,0)

Fábio, Vitor, Gil, Vitorino, Diego Renan, Fabrício, Marquinhos Paraná, Montillo, Roger, Wallyson e Bobô

Rafael, Gil Bahia, Leo, Naldo, Gilberto, Leandro Guerreiro, Everton, Dudu, Bruninnho ( Ex Bahia de Feira), Ortigoza e Farias (Atacante) + Cribari (Zagueiro) e Wellington Paulista

10-Atlético - PR: Time Titular (6,5) + Time Reserva (5,5) = Elenco (12,0)

Renan Rocha, Wagner Diniz, Manuel, Rafael Santos, Paulinho, Deivid, Kleberson, Paulo Baier, Branquinho, Guerrón e Morro Garcia

Márcio, Edílson, Fabrício (Ex Flamengo), Gustavo Araújo, Marcelo Oliveira, Kleber Santana, Robston, Madson, Marcinho, Adaílton (Ex Vitória) e Nieto

11-Bahia: Time Titular (6,5) + Time Reserva (5,0) = Elenco (11,5)

Marcelo Lomba, Jancarlos, Titi, Paulo Miranda, Ávine, Fahel, Fabinho, Carlos Alberto, Ricardinho, Jóbson e Souza

Omar, Marcos, Danny Morais, Thiego, Dodô, Marcone, Dione, Lulinha, Zezinho, Junior e Reinaldo + Tiago (Ex Vasco), Tressor Moreno, Gabriel e Maranhão


12-Botafogo: Time Titular (6,5) + Time Reserva (5,0) = Elenco (11,5)

Jefferson, Alessandro, Antonio Carlos, Fabio Ferreira, Cortês, Renato, Marcelo Mattos, Maicosuel, Elkeson, Herrera e Loco Abreu

Renan, Lucas, João Felipe, Gustavo, Marcio Azevedo, Lucas Zen, Léo, Everton, Felipe Menezes, Caio e Alexandre Oliveira

13-Palmeiras: Time Titular (7,5) + Time Reserva (4,5) = Elenco (11,5)

Marcos, Cicinho, Henrique, Thiago Heleno, Gabriel Silva, Pierre, Marcos Assunção, Valdivia, Luan, Kleber e Maikon Leite

Deola, Paulo Henrique, Mauricio Ramos, Leandro Amaro, Gerley, Márcio Araújo, Chico, Patrick, Tinga, Vinícius e Dinei

14-Grêmio: Time Titular (6,5) + Time Reserva (4,5) = Elenco (11,0)

Victor, Gabriel, Rafael Marques, Rodolfo, Lúcio, Gilberto Silva, Fábio Rochemback, Douglas, Escudero, André Lima e Mirales

Marcelo Grohe, Mario Fernandes, Vilson, Bruno Colaço, Adilson, Willian Magrão, Marquinhos, Lins, Leandro e Brandão + Diego Clementino

15-Coritiba: Time Titular (6,0) + Time Reserva (4,0) = Elenco (10,0)

Edson Bastos, Jonas, Jeci, Pereira, Triguinho, Leo Gago, Leandro Donizete, Tcheco, Davi (Ex Avaí), Anderson Aquino e Bill

Vanderlei, Maranhão, Demerson, Emerson, Eltinho, Gil, Djair, Rafinha, Geraldo, Marco Aurélio e Leonardo

16-Ceará: Time Titular (5,5) + Time Reserva (4,0) = Elenco (9,5)

Fernando Henrique, Boiadero, Fabrício, Diego Sacoman, Egídio, Edmílson (Ex Seleção), Michel, Thiago Humberto, Enrico, Osvaldo e Washington

Diego, Patrick, Cléber, Erivélton, Vicente, Heleno, Rudnei, Diguinho, Luizinho, Marcelo Nicácio e Roger (Ex Vitória)

17-Avaí: Time Titular (5,0) + Time Reserva (3,5) = Elenco (8,5)

Felipe, Daniel, Cássio, Cláudio Caçapa, Romano, Bruno Silva, Fabiano ( Ex Santos), Pedro Ken, Lincon, Rafael Coelho e Willian

Aleks, Gustavo, Welton Felipe, Thiago Sales ( Ex Flamengo), Pará, Acleison, Diogo Orlando, Estrada, Caíque, Andeson Lessa e Maurício Alves + Dinélson

18-Figueirense: Time Titular (5,0) + Time Reserva (3,0) = Elenco (8,0)

Wilson, Bruno Vieira, João Paulo, Edson Silva, Juninho , Túlio (Ex Botafogo), Ygor, Maicon, Elias, Lenny e Somália

Ricardo,Pablo, Roger, Edson Henrique, Hélder, Jonatas (Ex Flamengo), Coutinho, Fernandes, Pittoni, Eduardo e Helber + Aloísio

19-Atlético - GO: Time Titular (5,0) + Time Reserva (3,0) = Elenco (8,0)

Marcio, Rafael Cruz, Anderson, Gilson, Thiago Feltri, Pituca, Agenor, Bida, Vitor Junior, Marcão e Anselmo

Rafael (Ex Fluminense), Adriano, Leonardo, Paulo Henrique, Ernande, Ramalho, Rômulo (Ex Flamengo), Anailson, Thiaguinho, Felipe ( Ex Goiás) e Juninho

20-América - MG: Time Titular (4,0) + Time Reserva (2,0) = Elenco (6,0)

Flávio, Marcos Rocha, Anderson, Gabriel Santos, Thiago Carleto, Amaral, Dudu, Rodriguinho, Luciano, Leo e Fábio Junior

Neneca, Sheslon, Preto, Micão, Gílson, Leandro Ferreira, Glauber, Irenio, Fabrício, Alessandro e Kempes + Euller

11 de jul. de 2011

Bahia lidera Raking EPIDT

Após a rodada do último fim de semana o Bahia se consolidou na liderança do Ranking EPIDT. O EPIDT é um ranking que relaciona a média de público com os pontos conquistados nos jogos realizados como mandante. Quanto maior a disparidade entre comparecimento da torcida e a média de pontos conquistados, melhor a colocação do clube no Raking EPIDT. Com a volta a primeira divisão, depois de 7 anos amargando a realidade das divisões inferiores, o Bahia desbanca o Atlético Mineiro, que reinou absoluto, sem a concorrência do rival baiano, nos últimos anos. Outro tradicional clube no histórico do EPIDT é o Santa Cruz de Recife, mas como o time pernambucano está longe da primeira divisão parece que a liderança do EPIDT 2011 ficará mesmo com o tricolor baiano.

Obs; O Raking EPIDT (Raking Eduardo Penna de Insanidade e Demência das Torcidas) é realizado pelo Instituto Eduardo Penna de Estatísticas Esdrúxulas e visa valorizar o lado lúdico do futebol, tão desgastado por exigências por resultados e títulos.

3 de jul. de 2011

Tadinho do Dunga!

Alguém me fala de onde vem tanta paciência com o trabalho de Mano na seleção. Já são nove jogos e nenhum resultado realmente significativo. Com Dunga era exatamente ao contrário, os resultados vinham, mas ninguém parava de criticar. Outra coisa, não eram Neymar e Ganso que iriam “garantir” o hexa? Humm, sei... Tadinho do Dunga.
Indo pro lado de preferências pessoais, Daniel Alves, Ramirez e Pato jamais seriam titulares em minha seleção.
E se, em uma competição organizada pelo Brasil, os hinos nacionais não fosse executados e um cachorro entrasse em capo durante a partida, o que estaria sendo falando por aqui agora?

2 de jul. de 2011

Sem vontade!

Hoje vi um jogo muito fácil de ser analisado. O Vitória perdeu porque jogou sem vontade. Simples assim. Poderia me estender e detalhar a análise, mas quer saber? Fiquei sem vontade.

Barueri 1 X 0 Vitória